À porta do céu, lagos de nuvens banham a Montanha Tianmen

O cable car balança, inclina-se, enfia-se em lagos de nuvens, ameaçando se chocar contra paredões das espetaculares montanha. Ao longo de sete quilômetros, por trinta minutos, os tripulantes da cabine envidraçada avançam, dependurados neste que é chamado de o maior teleférico de montanhas altas do mundo. Ascende lentamente, do centro da cidade de Zhangjiajie até o pico, no Jardim Suspenso – a altitude de 1279 metros com inclinações de até 37 graus. Estamos no Parque Nacional da Montanha Tianmen, cidade de Zhangjiajie, na província de Hunan, China Central.

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Rivalidade e esplendor de mesquitas à fronteira de continentes

Frente a frente, elas se desafiam. Hagia Sofia, – Igreja da Santa Sabedoria e a Mesquita Azul dominam a praça Sultan Ahmet, no coração de Istambul, um dia Constantinopla. As duas magníficas obras das arquiteturas bizantina e otomana, – que se rivalizam em esplendor -são abraçadas pelo Mar de Marmara e Corno de Ouro, em cuja confluência com o Estreito de Bósforo, a Europa e a Ásia são apartadas.

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Angkor Wat, apogeu de uma civilização perdida

Nestas palavras do frei capuchinho português Antonio da Madalena foram registradas, em 1.586, as primeiras impressões de um ocidental ao vislumbrar o maior, mais fascinante e imponente monumento religioso do mundo.

Angkor Wat ou “Cidade que é um Templo” – , no Camboja, ergue-se em meio à densa floresta. Reverencia quase seiscentos anos da ascensão e glória do Império Khmer, fundado no século IX.

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Shanghai China

Shanghai

Para se ter uma ideia da importância econômica e do espetacular crescimento da China, basta visitar Shanghai e se postar de costas para o Bund, lado da velha China colonial do seculo XIX. Você estará de frente para a margem oposta do rio Huangpu, o Pudong. Todas as edificações ali existentes foram construídas depois de 1990. Antes era um distrito rural e pobre da cidade. Ali estão as torres mais altas do mundo, símbolo de pujança econômica e tecnologia.

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Arrozais Vietnã

Os arrozais mais lindos do mundo

Pelo percurso de duas horas, ouve-se apenas o suave roçar dos remos que impulsionam o bote, além do canto do vento que acalenta a pele, mas não afasta um milímetro das cabeças os tradicionais chapéus de palha em forma cônica, que se fundem e se incorporam ao cenário dos arrozais. A canoa a remo desce o rio Ngo Dong e as paisagens se revelam sob as expressões de encantamento dos turistas que por ali se aventuram. Com as mãos na máquina fotográfica e os pés em ação, Hang, de 33 anos, ganha a vida registrando a reação daqueles que pela primeira vez aterrissam naquele canto do extremo Oriente. Ela fica no pier da pequena cidade, onde o governo local faz da atividade turística uma fonte de recursos.

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Em Halong Bay, a mais espetacular vila flutuante de pescadores do planeta

Embarcações de todos os portes ziguezagueam entre as ilhotas. Em picos ou arredondadas, saltam das águas límpidas da magnífica baía vietnamita de Halong, no golfo de Tonkin, declarada Patrimônio Mundial pela Unesco. Por entre as montanhas, aqui e ali, mansas enseadas abrigam as coloridas casinhas flutuantes. São as mais belas e cênicas vilas de pescadores do mundo, escondidas entre mais de 1.600 exóticas formações cársicas de vegetação nativa intocada. Para explicar a explosão de ilhas e ilhotas em calcário monolítico fincadas nas águas de intenso verde, conta a lenda que uma família de dragões, enviada pelos deuses para ajudar os vietnamitas a se defender contra os chineses, cuspia furiosamente joias e jade. Estas, em contato com o mar, emergiram em paredões de até 100 metros. Contra estes se chocaram os navios inimigos. Derrotados os invasores, os dragões se instalaram neste lugar de espetacular beleza. Halong Bay significa, literalmente, a baía onde desceu o dragão.

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Hinduí­smo e budismo na ascensão e queda do Império Khmer

A história do povo Khmer e de seu impressionante império se estendeu entre os séculos IX e XV. Em seu apogeu dominou terras que hoje pertencem à Tailândia, ao Camboja, a Laos, ao Sul do Vietnã e a Mianmar. Angkor, a capital, chegou a ter mil quilômetros quadrados, dimensão de Londres hoje. O fascínio que esta cultura exerce sobre os ocidentais deriva do fato de sua existência ter se mantido desconhecida até que um naturalista francês a “redescobriu” em meio à densa vegetação do atual Camboja. Envoltos em árvores e mata nativa, os seus templos foram sepultados. Corria o ano de 1860 quando a Europa, atônita, deu-se conta que uma das mais importantes civilizações do mundo medieval tinha ali existido e desaparecido.

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Encravado no coração de Bangkok, às margens do Chao Praya, o Grande Palácio, ou Grande Palácio Real de Bangkok, reluz ao longe.

Grand Palace, em Bangkok, poder monumental sob a estética do belo

Construídos ao longo de 200 anos, integram o complexo de 218 mil metros quadrados encerrados e circundados por uma alta muralha com perímetro de quase dois quilômetros, além do palácio que constituiu residência oficial da família real por 150 anos, templos sagrados, capelas, galerias, pavilhões, panteão, halls, bibliotecas, edifícios, salões, hall do trono e algumas estruturas governamentais em funcionamento.

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