Inhotim, a arte se encontra e transforma a natureza

Sobre a água, 500 esferas que sugerem o aço dançam ao sabor do vento e das chuvas. Armam-se e desarmam-se em contornos diversos, ao mesmo tempo em que ora são o reflexo do céu; ora da deslumbrante vegetação. Espelham também a imagem do próprio espectador, que se inclina para melhor observar as bolas e formas, ao mesmo tempo em que se deslumbra num dos mais espetaculares museus a céu aberto do mundo.

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Colonia Del Sacramento, a joia do Prata

Ao cair do sol as águas barrentas, que aqui e ali abraçam ilhotas, ganham um tom dourado escuro e se perdem na linha do horizonte. Ainda sobre o mirante do farol construído em 1857 pelos colonizadores portugueses saltam, em meio à vegetação, as cúpulas azulejadas da Basílica del Santíssimo, que conserva a concepção original de uma só nave e os muros de pedra. Colonia del Sacramento, no Uruguai – apenas uma hora e meia de barco de Buenos Aires -, é a joia do Rio del Plata. Seria uma típica cidade colonial portuguesa – que em algum sentido lembra Parati. Mas as marcas da presença espanhola e das ocupações pós-coloniais do século XIX propiciaram um sincretismo único de estilos, que elevou em 1995 o seu bairro histórico a Patrimonio Cultural da Humanidade.

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Buenos Aires

Bom dia, los hermanos!

A capital portenha costuma remeter a nós brasileiros, de pronto, à rivalidade no futebol – imortalizado na genialidade de Maradona -, ao La Bombonera e El Caminito, ao tango de Carlos Gardel – mesmo persistindo a dúvida quanto à sua nacionalidade: terá nascido no Uruguai? Também aos emblemáticos cafés – Tortoni, La Biela, London City – por onde ícones da literatura como Borges, Bioy Casares e Júlio Cortázar se instalaram para marcar um legado em obras eternas.

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