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O vento esculpe e o sol colore oceanos de areia em Wadi Rum

A confissão de amor ao deserto de Wadi Rum, conhecido como Vale da Lua, é do inglês Lawrence da Arábia, registrada na obra The Seven Pillars of Wisdom, nome que batiza uma entre as milhares de formações rochosas que emergem, colorem e submergem nas areias panorâmicas dos 720 quilômetros quadrados de área protegida ao Sul da Jordânia, Patrimônio da Humanidade.

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Petra, o esplendor rosa no deserto dos nabateus

Em passagens retorcidas, afunila-se lentamente numa estreita garganta, enquanto revela, suavemente, todas as características típicas da capital do império nabateu, edificada há mais de 2.200 anos: as bizarras formações geológicas, os terraços agrícolas, os canais de água recortados nas rochas coloridas, pequenas barragens e nichos devotivos esculpidos nas pedras calcárias.

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Inhotim, a arte se encontra e transforma a natureza

Sobre a água, 500 esferas que sugerem o aço dançam ao sabor do vento e das chuvas. Armam-se e desarmam-se em contornos diversos, ao mesmo tempo em que ora são o reflexo do céu; ora da deslumbrante vegetação. Espelham também a imagem do próprio espectador, que se inclina para melhor observar as bolas e formas, ao mesmo tempo em que se deslumbra num dos mais espetaculares museus a céu aberto do mundo.

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Shanghai China

Shanghai

Para se ter uma ideia da importância econômica e do espetacular crescimento da China, basta visitar Shanghai e se postar de costas para o Bund, lado da velha China colonial do seculo XIX. Você estará de frente para a margem oposta do rio Huangpu, o Pudong. Todas as edificações ali existentes foram construídas depois de 1990. Antes era um distrito rural e pobre da cidade. Ali estão as torres mais altas do mundo, símbolo de pujança econômica e tecnologia.

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Arrozais Vietnã

Os arrozais mais lindos do mundo

Pelo percurso de duas horas, ouve-se apenas o suave roçar dos remos que impulsionam o bote, além do canto do vento que acalenta a pele, mas não afasta um milímetro das cabeças os tradicionais chapéus de palha em forma cônica, que se fundem e se incorporam ao cenário dos arrozais. A canoa a remo desce o rio Ngo Dong e as paisagens se revelam sob as expressões de encantamento dos turistas que por ali se aventuram. Com as mãos na máquina fotográfica e os pés em ação, Hang, de 33 anos, ganha a vida registrando a reação daqueles que pela primeira vez aterrissam naquele canto do extremo Oriente. Ela fica no pier da pequena cidade, onde o governo local faz da atividade turística uma fonte de recursos.

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Em Halong Bay, a mais espetacular vila flutuante de pescadores do planeta

Embarcações de todos os portes ziguezagueam entre as ilhotas. Em picos ou arredondadas, saltam das águas límpidas da magnífica baía vietnamita de Halong, no golfo de Tonkin, declarada Patrimônio Mundial pela Unesco. Por entre as montanhas, aqui e ali, mansas enseadas abrigam as coloridas casinhas flutuantes. São as mais belas e cênicas vilas de pescadores do mundo, escondidas entre mais de 1.600 exóticas formações cársicas de vegetação nativa intocada. Para explicar a explosão de ilhas e ilhotas em calcário monolítico fincadas nas águas de intenso verde, conta a lenda que uma família de dragões, enviada pelos deuses para ajudar os vietnamitas a se defender contra os chineses, cuspia furiosamente joias e jade. Estas, em contato com o mar, emergiram em paredões de até 100 metros. Contra estes se chocaram os navios inimigos. Derrotados os invasores, os dragões se instalaram neste lugar de espetacular beleza. Halong Bay significa, literalmente, a baía onde desceu o dragão.

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