
01/11 – Ainda paira no Ocidente incompreensão sobre revolução iraniana
Primeira de oito reportagens de Bertha Maakaroun sobre a primeira teocracia do mundo contemporâneo.
Reportagens publicadas nos jornais Estado de Minas e Correio Braziliense

Primeira de oito reportagens de Bertha Maakaroun sobre a primeira teocracia do mundo contemporâneo.

Na segunda reportagem da série sobre o Irã, conheça a prática do zoroastrismo, onde os mortos eram devorados por abutres, para a transição entre os mundos material e espiritual.

Acrópole de Parsa, chamada pelos ocidentais de “Cidade dos Persas”, foi edificada por Dario, o Grande (522-486 a.C.) e continuada por seus sucessores.

A tradição cultural dos exuberantes jardins adotada por medos e persas está presente na primeira capital, Pasárgada.

No sincretismo entre a arte persa e as civilizações que formam a identidade iraniana, a lei se funda na religião, que está no centro da vida.

Poetas e seus versos são enaltecidos, a música brota em jardins e praças, a arte milenar de tecer tapetes em seus milhões de pontos é orgulho nacional. Mas, no futebol, a paixão é pelo Brasil.

Uma revolução que colocou o país de pé diante do mundo e se consolida como potência regional. Embora menos radical que outros países islâmicos, o Irã ainda luta contra sanções impostas ao chamado ‘Eixo do Mal’

Destinada aos membros da família real, esta “singela” e ao mesmo tempo “mais bela mesquita do mundo”, como a definem os iranianos, foi edificada entre 1602 e 1618 pelo xá Abbas I, cujo reinado se estendeu entre 1588 e 1629.

Adornado pelo delicado trabalho em azulejos, pinturas, esculturas e incontáveis quebra-cabeças de espelhos. Integra o complexo do Palácio Golestan, em tradução livre, Palácio das Rosas.