01/7 – Conheça a Jordânia de Lawrence da Arábia

As espetaculares montanhas de arenito rosa se afunilam até se trancar, naquele que os beduínos batizaram de o Sik de Lawrence da Arábia. Esculpida numa das rochas está a imagem do inglês, que se infiltrou entre beduínos, tornando-se naquela Revolta Árabe de 1916, a ligação entre as tribos rivais rebeldes e o exército britânico.

O turista se depara em Wadi Rum, o Vale da Lua em tradução livre árabe, com as marcas de Lawrence da Arábia por um oceano de areia, rochas e formações estranhas, testemunhas de um fato histórico que se tornou lenda e filme: a conquista de Aqaba pelo deserto de Nefud, onde as dunas se abrem ao Mar Vermelho, único porto da Jordânia. A amarga travessia dos árabes revoltosos pelas dunas é contada por Lawrence  na obra “The Seven Pillars of Wisdom”, título inspirado em formação rochosa de Wadi Rum perdida entre outras milhares que emergem, colorem e submergem nas areias panorâmicas dos 720 quilômetros quadrados de área protegida ao Sul da Jordânia.

O inglês sela na obra que inspirou o filme a confissão de amor àquele deserto: “Adentramos a avenida do vale, ainda espetacular sob as cores do por do sol: penhascos tão vermelhos quanto as nuvens a Oeste; como estas, em escala gradiente erguendo-se ao céu. De novo sentimos como o Vale inibia a nossa excitação por sua beleza serena. A grandiosidade deste entorno nos encolhia. Arrancava o manto da efusiva alegria com o qual a nossa trupe havia percorrido o acampamento …”

Tons de rosa, vermelho, amarelo e bege. Do amanhecer ao entardecer, são cores cambiantes que brincam com a luminosidade e premiam o olhar daqueles que se deixam levar pela mansidão do dia. Na cumplicidade da comunhão entre areia, rochas e o vento, incansável escultor em labirintos de montanhas, pontes de pedra e cânions, Wadi Rum exibe paisagens vastas e silenciosas, que carregam o testemunho de 12 mil anos de ocupação humana. 

São 25 mil petroglifos e 20 mil inscrições, principalmente tamúdicas (a mais antiga escrita arábica), mas também registros dos nabateus e, mais tarde, adeptos do Islã e em árabe, que tornam a região o mais cênico livro a céu aberto: detalham a evolução das civilizações que passaram pela Península Arábica, constituindo um dos motivos pelos quais Wadi Rum integra a lista da Unesco de Patrimônio da Humanidade. A transição do paleolítico para o neolítico está retratada nos petroglifos, desenhos de animais como camelos, ibex e cavalos, e figuras humanas agarradas a ossos e a flechas. É o legado à humanidade de como as civilizações evoluíram de nômades para assentamentos permanentes do Crescente Fértil, baseados na agricultura e no comércio.

Para além do registro da presença humana naquela região, as estranhas formas do belo deserto colorido foram esculpidas pelo mar, há milhões de anos. Na fronteira com a Arábia Saudita está o pico mais alto da Jordânia, Jabal Um ad Adami, com 1.854 metros. Uma trilha beduína é o convite à escalada de aproximadamente duas horas, que abrirá a paisagem espetacular de vales, dunas, formas em pedra e o olhar a se perder nas montanhas pretas da Arábia Saudita e no azul profundo do golfo de Aqaba, por onde os rebeldes árabes alcançaram por detrás os canhões turcos, voltados para Gaza, do outro lado do Mar Vermelho, de onde esperavam o ataque inglês.

Foi particularmente com o épico Lawrence da Arábia, de 1962, dirigido por David Lean, que o deserto rosa foi divulgado ao mundo. Anthony Quinn na pele de Auda Abu Tayi, líder beduíno chefe dos Howeita, Sherif Ali ibn el Kharish (Xerife Husseim), de Meca, da dinastia Hashemita, interpretado por Omar Sharif e o próprio Lawrence, estrelado por Peter O’Toole se unem para conquistar Aqaba e lideram a Revolta Árabe contra turcos. A derrocada dos turcos na região só foi possível pela tática levada pelo inglês aos árabes de ataques terroristas aos trens na única ferrovia que alimentava a região a Hejaz Railway. A ferrovia foi presente dos alemães aos turcos, numa tentativa de seduzi-los para aliança na Primeira Guerra Mundial.

Wadi Rum

Wadi Rum está associado a três nomes na história do sonho árabe de fundar um estado unificado desde Alepo, na Síria estendendo-se Áden, no Iêmen: o Xerife de Meca Hussein, da dinastia Hashemit; Auda Abu Tayi, líder beduíno chefe dos Howeitas; o a e o galês Thomas Edward Lawrence do Bureau Árabe do Império Britânico. Iniciada em 1916, a Revolta Árabe selou o fim do domínio do Império Turco Otomano na região, abrindo caminho para o domínio dos britânicos e franceses.

Foi na dinâmica do conflito árabe-turco que  Lawrence da Arábia introduziu na região táticas dos chamados “ataques terroristas”: miravam os trens da única ferrovia que cortava a região, a Hejaz Railway. Construída a partir de 1900 com o apoio e a consultoria dos alemães, aliados do Império Otomano na I Guerra Mundial.

As ações terroristas de Lawrence, as promessas dos ingleses de entronizar Hussein, rei do Hejaz, num projeto da nação árabe unida; e o dinheiro inglês, que atraiu os beduínos, selou a aliança entre as antigas tribos árabes rivais. Os três líderes ousaram atacar a importante cidade portuária de Aqaba pelo deserto, algo considerado militarmente impossível, pela adversidade do deserto que teriam de cruzar.

Pegos de surpresa, os turcos perderam Aqaba e com ele o único porto que tinham na região. À queda de Aqaba, em 1917, seguiu-se a conquista de Damasco: os árabes penetraram e conquistaram a cidade antes das tropas inglesas do General Allenby.

Os ingleses entraram na I Guerra Mundial achando que na frente oriental seria um passeio. Mas sofreram duro revés dos turcos em 15 de agosto de 1915 na batalha entre navios britânicos e franceses contra a artilharia turca no estreito de Dardanelos. Os ingleses e seus aliados tentaram melhor sorte em Gallipolli, numa planejada operação do então Lord do Almirantado Churchill. Não só foram derrotados, mas  humilhados durante quase nove meses. Os ocidentais recuaram à noite às escondidas, depois de perderem 43.000 homens.

As baixas ocidentais alcançaram  220.000 homens, numa campanha que projetou a maior liderança política-militar turca no pós-Guerra, o General Mustafa Kemal, “Atatürk”.  Ingleses e franceses tentaram derrotar os turcos uma terceira vez em setembro de 1915. Dessa vez o alvo era Bagdá. Foram cercados em Kut e depois de tentarem até subornar o comandante turco, tiveram de se render para não morrerem de fome.

A campanha árabe foi a única “vitória inglesa” no conflito contra os otomanos e foi a única campanha em que as tropas regulares acabaram tendo papel secundário. Por isso, tão logo Damasco foi tomada, Allenby e o Rei Faisal, filho de Husseim, se livraram de Lawrence, devolvendo-o à Inglaterra. Lawrence, entretanto, ganhou notoriedade com a obra  “Os Setes Pilares da Sabedoria”, em que narra a campanha da Revolta Árabe.

Não demorou muito para Husseim descobrir que as promessas inglesas valiam tanto quanto os seus exércitos:  e o Oriente Médio foi retalhado entre franceses e ingleses pelo acordo Sykes-Picot. Husseim tentou governar o Hejaz, mas foi destronado por seus inimigos sauditas. Aos seus dois filhos couberam os prêmios de consolação: Abdullah ficou com a Jordânia, que não tinha petróleo algum, nem água, mas sem a Palestina, entregue pelos ingleses aos judeus.

A Síria foi “dada” à Faisal,  mas quando  quis de fato governar, foi expulso pelos verdadeiros donos, os franceses. Os ingleses o acomodaram no recém criado Iraque. Faisal, como se sabe,não durou muito pois ao contrário da Jordânia, o Iraque tinha petróleo e água. Terminou expulso de lá por militares árabes precursores de um movimento pelo qual ascendeu Sadam Hussein. Os árabes perderam o seu destino pelas mãos dos que os ajudaram a traçar.

De volta ao Império Britânico, o herói britânico Lawrence, submergiu  por cargos menores no exército e aeronáutica, evitando expor-se como celebridade que já era, até encontrar seu destino num acidente errático de moto. Afinal, como diria Friedrich Nietzsche,  “nada acontece na vida de um homem que não se pareça com ele”.

O principal propósito da Hejaz Railway,  foi estabelecer, com os seus quase 1.400 quilômetros de extensão, a conexão de Constantinopla (Istambul), capital do Império Turco-Otomano à cidade sagrada de Meca. Mas em decorrência dos conflitos na região, não foi além de Medina, a 400 quilômetros de Meca. A ferrovia corta a região do Hejaz, (a Oeste da Península Arábica), com um braço que se estende até Haifa, no Mar Mediterrâneo e promoveria a integração econômica e política do Império Turco com as províncias árabes, também facilitando o transporte de forças militares e de suprimentos. Turcos tinham-na como fonte vital de abastecimento aos seus 10 mil homens em Medina. Por isso, a ferrovia tornou-se a espinha dorsal da campanha militar. Há vestígios arqueológicos em toda a sua extensão.

Nabateus

O segundo mais alto pico da Jordânia, o Jabal Rum, com 1.734 metros, abre, ao centro de Wadi Rum, vistas panorâmicas da área protegida, que um dia foi rota do comércio de especiarias controlado pelos nabateus, fundadores da igualmente espetacular Petra, distante a pouco mais de 100 quilômetros. Por ali, por volta do século IV AC, esses nômades procedentes de antigas tribos árabes daquela península se sedentarizam ao Sul da Jordânia, organizando uma sólida monarquia que fundou a sua riqueza do comércio. Foi um dos povos mais brilhantes da história.

Incenso, mirra, especiarias da Índica, seda da China, perfumes eram carregados em caravanas que  abasteciam um luxuoso mercado em Roma, na Grécia e no Egito. A porta de entrada dos cobiçados produtos eram as cidades portuárias mediterrâneas,  após longo trajeto de caravanas pelas rotas comerciais do mundo árabe ao Extremo Oriente.

A travessia dos países da Península Arábica até o Mediterrâneo com a preciosa carga era penosa e difícil e requeria o conhecimento de especialistas do deserto, especialmente para encontrar água. Estrategicamente posicionados ao longo das rotas das caravanas, os nabateus cobravam um pedágio das caravanas, provendo-lhes em troca  abrigo, água, comida e proteção.

Foi assim que os nabateus tornaram-se os mestres incontestes das rotas comerciais que uniam três continentes – África, Europa e Ásia – e uma variedade de civilizações e culturas. Dessa interação absorveram influências diversas e influenciaram o mundo. As receitas advindas da atividade financiou o império comercial nabateu, permitindo que erigissem a espetacular capital Petra, com jardins exuberantes, casas ornamentadas e elaborados monumentos no meio do deserto.

Enquanto Petra florescia, o Império Romano, no primeiro século depois de Cristo, pousava as vistas sobre o Oriente Médio. Ambicionando expandir as fronteiras, no ano de 106 assumiram o controle da capital dos nabateus. Aparentemente, foi em princípio um domínio que não alterou o modo de vida daquele povo. Mas os romanos deixaram marcas inconfundíveis na velha cidade e o distinto estilo de vida está cravado em monumentos, esculturas e espaços públicos.

Foi sob o domínio do Império Romano que se estendeu pelos próximos 300 anos que Petra viveu o seu declínio, particularmente com a política implantada que reviu as tradicionais rotas comerciais para o Norte e, ao mesmo tempo, com a expansão territorial, passou a transportar por navios boa parte dos produtos comerciais.

Para agravar a situação da cidade, no ano de 363 um terremoto atingiu a flor rosa do deserto, destruindo muitos monumentos, prédios e enterrando o excepcional e vital sistema de aquíferos. Os últimos habitantes abandonaram a cidade quase 200 anos depois, quando um novo terremoto fez mais estragos, ao mesmo tempo em que os árabes retomavam o domínio da região em 663.

Petra

Em meio à paisagem desértica que se perde no horizonte entre o Mar Morto e o Mar Vermelho, escarpas rosas de até 80 metros cravam nas areias claras um estreito natural que se prolonga por pouco  mais de um quilômetro.  O chamado “As-Siq”, cânion daquele que um dia foi o leito de um rio esporádico, guarda em sua entrada os resquícios de um arco monumental.

Em passagens retorcidas, afunila-se lentamente numa estreita garganta, enquanto revela, suavemente, todas as características típicas da capital do império nabateu, edificada há mais de 2.200 anos: as bizarras  formações geológicas, os terraços agrícolas, os canais de água recortados nas rochas coloridas, pequenas barragens e nichos devotivos esculpidos nas pedras calcárias.

A caminhada pelo labirinto mágico, protegido do calor característico da região, se fecha subitamente numa fresta. Por ela, se insinua a monumental Petra, declarada Patrimônio Mundial pela Unesco. Mais alguns passos e saltará à vista o Al-Khazneh – o Tesouro -, uma das preciosas joias desta espetacular cidade.

Há muitas lendas e teorias explicativas para a origem e o propósito do impressionante monumento Al-Khazneh. Seria o “tesouro” referência ao faraó, aquele citado no Antigo Testamento, que perseguiu israelitas durante o Êxodo do Egito? Ou teria sido a tumba de reis nabateus datada por volta de um século antes de Cristo? Há quem defenda a ideia de que  trata-se de um templo dedicado à deusa Al Uzza, que seria a equivalente de Ísis do Egito. Ou há quem sustente que foi templo dedicado ao deus nabateu das caravanas, She´a-alqum.

O surpreendente é que sabe-se pouco sobre Al-Khazneh, que marca de modo contundente a chegada à capital rosa dos nabateus. É inquestionável, contudo, a variedade de estilos arquitetônicos e influências que mesclam elementos da cultura nabateia com a helenística e egípcia, reflexo de uma civilização de comerciantes que interagia com a África, Europa e Extremo Oriente, intermediando a venda de especiarias raras a um mercado de luxo  principalmente em Roma, na Grécia e no Egito.

Descobrir Petra, complexo arqueológico nomeado em 2007 como uma das novas sete maravilhas do mundo,  requer um dia de caminhada ou sob o lombo de um camelo ou de mulas. Os monumentos desta cidade, que a partir do primeiro século depois de Cristo caiu sob o domínio romano, estão espalhados por um vale e, alguns deles, escalam montanhas, a maioria esculpidos nas rochas.

Ao longo da “Rua das Fachadas”, mais de 40 tumbas ou possivelmente habitações, estão esculpidas em penhascos, debruçados pela rua das Colunatas, o anfiteatro romano e as ruínas do centro da vida urbana: o portal monumental, o templo Qasr el-Bint e áreas de mercado. A exploração da cidade escondida, revelada ao mundo em 1.812 pelo explorador suíço Johann Ludwig Burckhardt, também desvenda tumbas magníficas, entre as quais a de Sexto Florentius, que foi governador romano da Província Árabe no século II DC.

Além do Altar dos Sacrifícios, que descortina espetacular vista do vale rosado, é do alto do chamado Ad-Deir – Monastério – que não só Petra, mas igualmente a Jordânia se ajoelham aos nabateus. São 800  degraus talhados nas rochas até o topo, alguns penhascos escarpados. Em estilo semelhante ao Al-Khazneh – o Tesouro – à entrada da cidade, este monumento delimita o fim da cidade colorida.

Com 40 metros de altura e 47 de altura talhados na rocha, é o maior do sítio arqueológico e, em geral, há consenso que tenha sido um templo, embora alguns especialistas afirmem que tenha sido uma tumba real inacabada. Em frente ao monumento, em uma típica casa de beduínos entalhada na rocha, o convite para assentar-se em um dos tapetes e apreciar um chá. Você levará em sua bagagem memórias e imagens que há mais de dois mil anos encantam e surpreendem o mundo. 

Serviços

Como chegar na Jordânia

Não há voos diretos do Brasil. O turista precisará optar por uma companhia aérea internacional europeia (Air France/Lufthansa, Iberia, British) ou asiática (Emirates, Qatar) para alcançar o destino, com escala.

Exigências para entrar na Jordânia

É necessário visto para entrar no país. O Brasil está no grupo de países da América do Sul em que o visto  pode ser obtido no próprio Aeroporto Internacional de Amã Queen Alia, ao preço de US 56 para uma única entrada, válido por um mês.

Melhor época do ano para a viagem

A Jordânia está localizada em zona de transição entre o clima Mediterrâneo a Oeste e o severo clima desértico ao Sul e a Leste. Durante o período da primavera de Março a Maio ou durante o outono, de Setembro a Novembro, as temperaturas são mais amenas e oscilam entre 25º e 30º centígrados. Durante o verão, de Junho a Agosto, as temperaturas ultrapassam 40º, o que pode trazer dificuldades adicionais para visitar os principais sítios – Petra e o deserto de Wadi Rum.

Governo

Monarquia Constitucional Unitária Parlamentar

Moeda

Dinar Jordaniano (JOD). Um Dinar Jordaniano vale aproximadamente US 1,4

Língua

 Árabe

Site oficial para o turista

 www.tourism.jo.

Principais pontos turísticos na Jordânia

  • Petra
  • Deserto de Wadi Rum

Vale também visitar na Jordânia

Jerash

Pella

Mar Morto

Aqaba (Mar Vermelho)

Monte Nebo

Amã (Cidadela)

Como chegar – Petra

Petra está localizada a cerca de 250 quilômetros do Aeroporto Internacional de Amã Queen Alia. São aproximadamente 3 horas de viagem de carro pela King Highway. No aeroporto há serviços de táxi regulados pelo governo que fazem o trajeto. É conveniente combinar preços antes com o motorista. O custo pode variar entre 70 a 90 dinares jordanianos, algo entre 100 e 130 dólares. Há também ônibus que fazem o trajeto.

 Principais pontos a serem visitados em Petra

  • As-Siq (cânion de antigo rio que guarda a entrada da cidade)
  • Al Khazneh (também chamado de O Tesouro)
  • Altar dos Sacrifícios
  • Rua das fachadas e do teatro
  • Tumbas reais
  • Tumba do Palácio
  • Tumba de Sexto Florentius
  • Rua das Colunatas
  • Palácio da Filha
  • Ad-Deir (Monastério)

Wadi Rum

O Centro de Visitantes do Deserto de Wadi Rum está entre Petra e Aqaba, localizado a aproximadamente 100 quilômetros da primeira e a 65 quilômetros da segunda.

Como chegar

A viagem pode ser feita em táxi ou por meio de um motorista contratado, indicado pelo próprio hotel em que estiver hospedado em Petra. O custo poderá variar entre 70 a 90 dinares jordanianos, algo entre 100 e 130 dólares.

Os principais atrativos

Há várias opções de programas no deserto, inclusive a pernoite em campings especializados, portanto, tudo dependerá do tempo de que dispõe. No Centro de Visitantes podem ser contratados passeios de um só dia, em veículos do tipo 4 x 4, apropriados para o deserto.

 O que ver

Passear em 4×4 pelo deserto de Wadi Rum é um desvendar permanente de belíssimas paisagens, dunas, rochas, cânions. Não deixe neste trajeto de:

  • Tomar chá com beduínos, em uma das tendas que encontrará pelo caminho;
  • Ver The Seven Pillars of Widsom (formação rochosa que inspirou o título da obra de Lawrence da Arábia)
  • Visitar o Templo dos Nabateus
  • Visitar a Nascente de Lawrence
  • Visitar a Burdah Rock Bridge
  • Escalar dunas indicadas pelos guias vistas panorâmicas